Pensando para os meus botões e para o teclado:
quando se está bem, até os momentos down parecem ter um papel fundamental na vida: permitem-nos gozar (e valorizar) muito mais os momentos up. E ficar ainda mais up!
Mas claro, quando se está down este tipo de pensamentos ajudam pouco. Se alguém nos vem com esta história até parece tanga. E dificilmente nos lembramos disto sózinhos.
Por isso, aqui fica este pensamento para memória futura!
PS: Será que o meu regresso aos "relvados" anunciado para hoje tem alguma coisa a ver com o assunto?
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
O REGRESSO DAS FESTAS DA SANTÍSSIMA TRINDADES

A Santíssima Trindade (eu, o Ricardo Alexandre e o Nuno Olaio) está de regresso ao dijeing e às grandes festarolas - desta vez aproveitamos também para celebrar o aniversário do Ricardo com muita música e cumbíbio, pois claro.
A festa é no dia 28/11 (sexta-feira), no BAR RÁDIO (em frente à Alfândega do Porto), a partir das 23.30 h.
E outras festas se seguirão - provavelmente terão uma periodicidade regular, talvez uma vez por mês. Mantenham-se atentos e confiram em http://radio167.blogspot.com/
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Um Sabor especial

No passado fim de semana lá me libertei das amarras do trabalho para passar três dias fora do Porto. E a escolha recaiu sobre o Vale do Sabor (na zona de Torre de Moncorvo e Mogadouro), um dos poucos rios selvagens do nosso país e que tem estado nas bocas do mundo devido à construção de uma barragem que vai alagar todo aquele vale.
As paisagens de que desfrutei neste fim de semana podem ter os dias contados. E é uma pena, porque se vai perder assim algo que já não se encontra em muitos locais em Portugal. Uma especificade que deveris ser preservada, ainda mais numa altura em que cada vez mais se pôe em causa modelos de desenvolvimento como aquele que justificam a dita (futura) barragem.
Mas de tantas imagens e memórias belíssimas que trouxe de Trás-os-Montes (uma das únicas áreas geográficas realmente "grandes" de Portugal, juntamente com o Alentejo, segundo Miguel Torga), algo se destaca e se impõe: o SILÊNCIO. Já não estava habituado a tanta tranquilidade. Faz tanta falta o silêncio... O "sound of silence", como alguém lhe chamou, é impagável.
Ver site SABOR LIVRE
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Do outro lado...


Já não ia ao cinema há algum tempo. E valeu bem a pena o regresso para ver este "Do outro lado", do realizador Fatih Akin. Um filme que retrata bem a "Nova Europa", de fronteiras cada vez mais fluídas, em que a Fortaleza já não faz qualquer sentido. Mas acima de tudo, uma grande história, com grandes personagens. Afinal, sempre o mais importante...
Info sobre o filme.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
PARA LÁ DA CORTINA DE FUMO...
Aqui fica um artigo que explica muita coisa. Pelo menos a mim explicou.
Subprime: a democratização do crédito?
PÚBLICO, José Vítor Malheiros - 2008/09/23
Os pobres que foram pagando a sua casa, pagaram-na mais cara que os ricos. E muitos perderam as prestações e a casaOsubprime não surgiu devido a um fervor democrático ou um desejo igualitarista por parte dos bancos e de outras instituições de crédito de estender também aos mais pobres os benefícios do crédito de que apenas os ricos e os remediados tinham beneficiado durante séculos.
O subprime surgiu porque um banqueiro um dia olhou para um gráfico da população nos Estados Unidos e constatou que havia umas dezenas de milhões de pessoas que os bancos não estavam a espremer - apesar de, esporadicamente, estas pessoas terem uns dólares a mais no bolso e de possuírem as mesmas aspirações e desejos dos outros seres humanos: uma casa para morar, por exemplo.
A questão era: por que razão extorquir apenas o dinheiro dos mais endinheirados? Porque não tentar sacar aqueles escassos dólares que se amontoavam nos bolsos dos mais pobres? Porque não ordenhar também os mais pobres (para usar uma expressão que os gestores apreciam, ainda que usualmente em inglês, to milk the costumers)? Afinal, aqueles dólares todos juntos representavam uma maquia apetecível.
Havia o pequeno problema de estes clientes poderem não conseguir pagar, mas isso não era nada que uma taxa de juro mais elevada não pudesse compensar. Bastava cobrar aos mais pobres um juro mais alto de forma a obrigá-los a pagar, digamos, cinquenta por cento acima do que se cobrava aos mais abastados (sim, acima). Para mais, havia sempre a possibilidade de o banco retomar possessão da casa, caso a hipoteca não fosse paga.
E assim se fez. É claro que este mercado (a eufemística expressão inglesa subprime significa "não é bife do lombo") teve os seus problemas, revelando a Mortgage Bankers Association dos EUA, no final de 2007, que se verificavam sete vezes mais execuções de hipotecas neste segmento que nos restantes, mas o essencial foi conseguido: os pobres estavam a ficar realmente mais pobres e os dólares que lhes saíam dos bolsos estavam a entrar nos bolsos dos bancos. O segmento subprime estava finalmente a ser explorado.
O problema foi que, como os bancos transaccionam estes empréstimos na bolsa e esta revelou um enorme apetite pela avalanche de hipotecas fresquinhas, os bancos entusiasmaram-se e começaram a emprestar a juros cada vez mais altos a quem não tinha emprego nem dinheiro, para comprar casas que não valiam nada. Como os bancos e os gestores eram avaliados (pelas bolsas e pelos seus accionistas) pelos resultados imediatos e não pelos efeitos de longo prazo, estas manobras foram uma bênção para o sector financeiro durante uns anos: havia mais "clientes", mais "valor bolsista". Mas o mercado imobiliário acabaria por cair e a catástrofe adiada aconteceu, dando origem à bola de neve que se conhece. A bomba acabou por estoirar no bolso do sistema financeiro.
Dizer que a crise do subprime foi provocada pela "democratização do crédito" é não só falso como desonesto. O poder estava e continua a estar apenas de um dos lados da equação. Os pobres que conseguiram ir pagando a sua casa pagaram-na mais cara que os ricos (mesmo os que nunca falharam uma prestação) e muitos deles perderam simplesmente as suas prestações para os bolsos de gestores e accionistas dos bancos - e perderam as casas. Houve um robindosbosquismo ao contrário e nenhum benefício para a economia. O facto de as coisas não terem resultado para os bancos - ainda que tenha resultado para muitos dos vilões - não faz deles as vítimas. E o facto de alguns indigentes terem tido crédito não torna o episódio "democrático" - é apenas um sinal da falta de escrúpulos das empresas envolvidas e da falta de controlos do sistema financeiro. Jornalista (jvm@publico.pt)
Subprime: a democratização do crédito?
PÚBLICO, José Vítor Malheiros - 2008/09/23
Os pobres que foram pagando a sua casa, pagaram-na mais cara que os ricos. E muitos perderam as prestações e a casaOsubprime não surgiu devido a um fervor democrático ou um desejo igualitarista por parte dos bancos e de outras instituições de crédito de estender também aos mais pobres os benefícios do crédito de que apenas os ricos e os remediados tinham beneficiado durante séculos.
O subprime surgiu porque um banqueiro um dia olhou para um gráfico da população nos Estados Unidos e constatou que havia umas dezenas de milhões de pessoas que os bancos não estavam a espremer - apesar de, esporadicamente, estas pessoas terem uns dólares a mais no bolso e de possuírem as mesmas aspirações e desejos dos outros seres humanos: uma casa para morar, por exemplo.
A questão era: por que razão extorquir apenas o dinheiro dos mais endinheirados? Porque não tentar sacar aqueles escassos dólares que se amontoavam nos bolsos dos mais pobres? Porque não ordenhar também os mais pobres (para usar uma expressão que os gestores apreciam, ainda que usualmente em inglês, to milk the costumers)? Afinal, aqueles dólares todos juntos representavam uma maquia apetecível.
Havia o pequeno problema de estes clientes poderem não conseguir pagar, mas isso não era nada que uma taxa de juro mais elevada não pudesse compensar. Bastava cobrar aos mais pobres um juro mais alto de forma a obrigá-los a pagar, digamos, cinquenta por cento acima do que se cobrava aos mais abastados (sim, acima). Para mais, havia sempre a possibilidade de o banco retomar possessão da casa, caso a hipoteca não fosse paga.
E assim se fez. É claro que este mercado (a eufemística expressão inglesa subprime significa "não é bife do lombo") teve os seus problemas, revelando a Mortgage Bankers Association dos EUA, no final de 2007, que se verificavam sete vezes mais execuções de hipotecas neste segmento que nos restantes, mas o essencial foi conseguido: os pobres estavam a ficar realmente mais pobres e os dólares que lhes saíam dos bolsos estavam a entrar nos bolsos dos bancos. O segmento subprime estava finalmente a ser explorado.
O problema foi que, como os bancos transaccionam estes empréstimos na bolsa e esta revelou um enorme apetite pela avalanche de hipotecas fresquinhas, os bancos entusiasmaram-se e começaram a emprestar a juros cada vez mais altos a quem não tinha emprego nem dinheiro, para comprar casas que não valiam nada. Como os bancos e os gestores eram avaliados (pelas bolsas e pelos seus accionistas) pelos resultados imediatos e não pelos efeitos de longo prazo, estas manobras foram uma bênção para o sector financeiro durante uns anos: havia mais "clientes", mais "valor bolsista". Mas o mercado imobiliário acabaria por cair e a catástrofe adiada aconteceu, dando origem à bola de neve que se conhece. A bomba acabou por estoirar no bolso do sistema financeiro.
Dizer que a crise do subprime foi provocada pela "democratização do crédito" é não só falso como desonesto. O poder estava e continua a estar apenas de um dos lados da equação. Os pobres que conseguiram ir pagando a sua casa pagaram-na mais cara que os ricos (mesmo os que nunca falharam uma prestação) e muitos deles perderam simplesmente as suas prestações para os bolsos de gestores e accionistas dos bancos - e perderam as casas. Houve um robindosbosquismo ao contrário e nenhum benefício para a economia. O facto de as coisas não terem resultado para os bancos - ainda que tenha resultado para muitos dos vilões - não faz deles as vítimas. E o facto de alguns indigentes terem tido crédito não torna o episódio "democrático" - é apenas um sinal da falta de escrúpulos das empresas envolvidas e da falta de controlos do sistema financeiro. Jornalista (jvm@publico.pt)
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
MAIS UMA ÉPOCA NA ESCOLINHA DE FUTEBOL DO AFC

Os treinos da Escolinha de Futebol do Averomar FC reiniciam-se no dia 27 de Setembro de 2008, nas instalações do clube, na Avenida dos Pescadores, em Aver-o-Mar.
O treino está marcado para as 10 da manhã.
Todos os jovens com idades compreendidas entre os 6 e os 10 anos estão convidados a aparecer.
A frequência da Escolinha é gratuita.
Mais uma grande temporada em perspectiva ali para os lados de Aver-o-Mar!
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
I´M BACK!
As férias foram boas, obrigado.
As baterias full charged.
Vamos a isto!
Aqui ficam algumas imagens do que já passou mas continua a inspirar...

FESTIVAL SUDOESTE - ZAMBUJEIRA DO MAR

PAREDES DE COURA

PRAIA DO CARVALHAL (COSTA ALENTEJANA)

Ricardo e Adelaide - CAMINHA

PORTUS87 EM FÉRIAS

Migui - VILA DO CONDE

BARCELONA

BARCELONA
As baterias full charged.
Vamos a isto!
Aqui ficam algumas imagens do que já passou mas continua a inspirar...

FESTIVAL SUDOESTE - ZAMBUJEIRA DO MAR

PAREDES DE COURA

PRAIA DO CARVALHAL (COSTA ALENTEJANA)
Ricardo e Adelaide - CAMINHA
PORTUS87 EM FÉRIAS
Migui - VILA DO CONDE
BARCELONA
BARCELONA
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